sexta-feira, novembro 24, 2006

Era giá tutto previsto...

Com muita tristeza, recebi a notícia de que faleceu ontem o ator francês Phelippe Noiret. Uma música de Riccardo Cocciante surgiu-me de imediato, e toca sem parar no meu quarto desde então.

Um câncer acabou com a vida do meu querido Alfredo, personagem que aprendi a amar ainda criança, nas inúmeras vezes em que o assisti no clássico Italiano "Il Nuovo Cinema Paradiso", de Giuseppe Tornatore.

Noiret foi um gênio da sétima arte que, embora francês, conquistou o mundo através do cinema Italiano, Sua atuação em "O carteiro e o poeta" foi memorável, carinhosa e emocionada, digna do escritor homenageado. Suspeita-se, nas altas rodas do cinema mundial, que não existirá outro ator a interpretar tão bem Pablo Neruda.

Estou demasiado triste, em prantos. Morre hoje um pouco do cinema velho, do cinema clássico, que encantou a era pré-televisão. Outros tempos, outra sociedade, outra filosofia.

Na minha cabeça, ficarão as brincadeiras com Salvatore Caccio, eternas e apaixonantes.

Te amo, para sempre! Viva Noiret!

Marcos André Ceciliano

Nenhum comentário: